O executivo auxiliou as empresas a planejar e controlar recursos industriais com o apoio de sistemas informatizados. O MRP original – Material Requirement Planning – data dos anos 60. Permite que as empresas calculem quantos materiais de determinado tipo são necessários e em que momento. Para fazer isso, utiliza os pedidos em carteira, assim como uma previsão para os pedidos que a empresa acha que irá receber. O MRP verifica todos os componentes necessários para completar essas demandas, garantindo que sejam providenciados a tempo. O MRP permite que as empresas avaliem aplicações da futura demanda nas áreas financeiras e de engenharia, assim como analisem asLeia mais

Oliver Wight, juntamente com George Plossl, é considerado o pai do MRP II – Manufacturing Resource Planning. Ele descreveu o planejamento dos recursos da manufatura como um papel global para a empresa. Ao longo dos anos, eles incrementaram ao Planejamento de Necessidade de Materiais (MRP), outras iniciativas de gerenciamento da produção e dos estoques, tais como Planejamento de Vendas e Operações (S&OP), Programa Mestre da Produção (MPS), Planejamento de Necessidade de Capacidade (CRP), compondo o Planejamento dos Recursos da Manufatura (MRP II), filosofia gerencial que visa dotar a empresa do controle total de seu negócio. Da estratégia à tática, estes processos integram clientes, vendas, marketing,Leia mais

Para festejar os 25 anos da Otimiza, estamos homenageando os principais pensadores e ativistas da área de gestão que foram verdadeiros precursores e tornaram-se modelos de como transformar a teoria em atitude. O terceiro homenageado é Oliver Wight. Acompanhe por aqui algumas histórias desse verdadeiro mestre da gestão.Leia mais

Peter Drucker ficou conhecido pela capacidade de interpretar dados do presente e prever suas implicações para o futuro no mundo dos negócios. O autor examinou cada área da administração: antecipou a importância de centrar a atenção no cliente, estabeleceu o papel dos gerentes, elaborou o método de administração por objetivos, ensinou empreendedores a produzir inovações e torná-las uma fonte de lucros para a empresa. Com uma vida ativa e comprometida, o autor faleceu em Claremont, na Califórnia, no dia 11 de novembro de 2005, aos 95 anos.Leia mais

No dia a dia das instituições, os conceitos de Peter Drucker são amplamente utilizados para se referir à relevância que os indivíduos têm no ambiente corporativo. Entre as frases mais famosas do austríaco, estão “O conhecimento e a informação são os recursos estratégicos para o desenvolvimento de qualquer país. Os portadores desses recursos são aspessoas” e “Não é a empresa que define o mercado. É o cliente”. O escritor ainda elaborou teorias sobre a visão de lucro que as companhias deveriam ter: “Uma organização que visa o lucro é, não apenas falsa, mas também irrelevante. O lucro não é a causa da empresa, mas sua validação. Se quisermos saber o que é uma empresa, devemos partirLeia mais

A primeira obra de Drucker foi “The End of Economic Man”, publicada em 1939. O autor escreveu um total de 39 livros, além de inúmeros artigos acadêmicos. Entre seus livros destacam-se: “A Sociedade Pós-Capitalista” (1993), “Administrando em Tempos de Grandes Mudanças” (1995) e “Desafios Gerenciais para o Século XXI” (1999), que até hoje servem de referência para a gestão de negócios. Mesmo depois de passados vários anos da publicação de seus estudos, Drucker ainda é considerado o “Pai da Gestão”, por ter colocado esse ramo em evidência no mundo empresarial.Leia mais

O ramo de administração de empresas nunca mais foi o mesmo depois de receber as ideias inovadoras de um austríaco que conseguiu modernizar a área de gestão de negócios. Nascido em Viena, estudou Direito na Universidade de Hamburgo, na Alemanha. Concluiu o doutorado em Direito Internacional pela Universidade de Frankfurt. Em 1937, depois de casado, transferiu-se para os Estados Unidos. Peter Drucker viveu seus 95 anos atuando como jornalista, professor, conferencista, escritor, economista e analista financeiro.Leia mais

Em uma entrevista ao Experience HSM, Michael Potter, o pai das cinco forças da competitividade, afirmou que “as indústrias são muito diferentes hoje do que era há 30 anos. Somos muito mais globais, há uma tecnologia diferente, as coisas se movem em velocidades diferentes, mas na verdade as mesmas cinco forças ainda determinam a rentabilidade. Mas, pelo menos do meu ponto de vista, muito pouco mudou no sentido de que os fundamentos duradouros da estrutura da indústria, da cadeia de valor, e da importância do preço de custo na determinação do desempenho superior, a distinção entre eficácia operacional e posicionamento, todas essas coisas são fundamentosLeia mais

O modelo das cinco forças da competitividade, de Porter desenvolvido nos anos 80 para analisar a eficiência competitiva de determinado setor industrial ou comercial no mercado possui uma lógica simples e visão abrangente, em que é preciso entender o ambiente competitivo para identificar ações e estratégias, determinando o melhor posicionamento do negócio diante dos concorrentes. São elas: ameaça de entrada; intensidade da rivalidade entre concorrentes; pressão de produtos substitutos; poder de negociação de compradores e de fornecedores.Leia mais