Entrando na Indústria 4.0

Você já ouviu algo sobre Indústria 4.0?

Ao longo dos tempos as empresas de consultorias e instituições acadêmicas desenvolveram tecnologias e siglas que permearam o mundo dos negócios e as cabeças dos “gurus”, através de livros, seminários e projetos infinitos que prometiam levar as empresas, independente do estágio de evolução que estivessem, para um novo patamar e paradigma.

Este conceito surgiu na Alemanha, originado de um projeto estratégico de alta tecnologia do governo, que promovia a informatização da manufatura.

A primeira revolução industrial mobilizou a mecanização da produção usando água e energia a vapor. A segunda revolução industrial introduziu a produção em massa com a ajuda da energia elétrica. Em seguida veio a revolução digital e o uso de aparelhos e dispositivos eletrônicos, bem como Tecnologia da Informação para automatizar ainda mais a produção.

Além dos vários conceitos e tecnologias desenvolvidas, principalmente, nos últimos 50 anos que entregaram ao mundo empresarial máquinas, dispositivos e sistemas, num volume gigante e de certa forma, desestruturada, fazem com que os especialistas, desenvolvedores, gestores e acadêmicos se deparem com um turbilhão de opções e possibilidades e em contrapartida sem saber muito bem como escolher e por onde começar.

O primeiro passo a ser dado, se você tem essas dúvidas ou está pensando em entrar no mundo da Indústria 4.0, é buscar este embasamento teórico para não comprar “gato por lebre”.

De forma clara e simples entrar no mundo da indústria 4.0 significa integrar todo o conjunto de tecnologias e ferramentas numa plataforma que permita aos “gestores” tomar decisões e pilotar a sua “planta fabril” em tempo real.

Elaboramos um método simples e prático que nos permite identificar o estágio da organização, no que se refere as instalações, recursos (tecnológicos e humanos), produtos e serviços e a distância que precisa ser percorrida para levá-lo, de fato, a essa nova realidade.

Artigo escrito por: Adriano Tiburi, Edson Godinho, Estevão Machado e Luiz Cláudio Maciel.

 

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