Grupos ou Equipes de Trabalho. Qual deles as empresas do futuro devem valorizar?

Em nossas organizações, bem como nas escolas, universidades e na vida como um todo, as pessoas foram incentivadas ao individualismo. Inseridas numa cultura de competição, de ganha-perde, de ter que ser o melhor e mostrar resultados conquistados por suas competências pessoais.

Especialistas indicam que apesar do valor que o mercado atribui às competências individuais,  o futuro pertence às organizações que incentivam o trabalho em equipe, com pessoas que compartilham os mesmos objetivos. Acenam ainda, para uma mudança de cultura, ou seja, a cultura da cooperação, da interdependência, do engajamento e do ganha-ganha.

No trabalho em equipe, o incentivo será para que os profissionais possam unir suas competências individuais em busca de resultados para as pessoas e para as empresas.

Pessoas trabalhando juntas, cada uma por si, ao mesmo tempo e no mesmo local, constituem grupos de trabalho, porém pessoas trabalhando juntas, num mesmo projeto, para um mesmo objetivo, formam uma equipe, e estas, para darem certo, precisam de um alto nível de motivação pessoal, engajamento e maturidade.

Deve-se considerar ainda, que as equipes são compostas por indivíduos, e esses são dotados de sentimentos, motivações próprias e, portanto, apresentam comportamentos distintos diante das situações. Esse comportamento humano poderá gerar conflitos, especialmente porque no desenvolvimento do trabalho, o relacionamento interpessoal estará em evidência.

Acredita-se que o conflito possa ser positivo e um incentivador para o crescimento e desenvolvimento, desde que enfrentados e resolvidos, levando ao amadurecimento dos envolvidos.

Além disso, a evolução para o trabalho em equipe, promove  ganho em produtividade, em participação e engajamento de seus funcionários, e como resultado,  times mais fortalecidos e seguros com foco nos resultados e maior diferencial competitivo no mercado.

E na sua empresa, as pessoas agem como grupo ou equipe de trabalho?

 

Artigo escrito por Claudia Betiol, consultora em Gestão de Pessoas – Otimiza Consultoria. 

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