O que é RPA? Robotic Process Automation (RPA), conforme definição do Institute for Robotic Process Automation (IRPA), é “a aplicação de tecnologia que permite aos funcionários de uma organização configurar software para capturar e interpretar aplicativos, para processar uma transação, manipulando dados, desencadeando respostas e se comunicando com outros sistemas digitais”. Desta forma, podemos entender de maneira prática, que o (RPA) é um dispositivo (ferramenta) que permite a automação de processos repetitivos (rotineiros). Esta tecnologia permite que, mesmo empresas com sistemas mais antigos, automatizem seus fluxos de trabalho. O RPA pode ser, ainda, amplamente entendido como toda automatização realizada através de software para reduzir asLeia mais

Você já ouviu algo sobre Indústria 4.0? Ao longo dos tempos as empresas de consultorias e instituições acadêmicas desenvolveram tecnologias e siglas que permearam o mundo dos negócios e as cabeças dos “gurus”, através de livros, seminários e projetos infinitos que prometiam levar as empresas, independente do estágio de evolução que estivessem, para um novo patamar e paradigma. Este conceito surgiu na Alemanha, originado de um projeto estratégico de alta tecnologia do governo, que promovia a informatização da manufatura. A primeira revolução industrial mobilizou a mecanização da produção usando água e energia a vapor. A segunda revolução industrial introduziu a produção em massa com aLeia mais

    Há mais de meio século o Planejamento da Necessidade de Material (MRP) surgiu mediante a necessidade de se planejar o atendimento da demanda dependente. A partir da necessidade, permite a explosão de todos os componentes até o último nível de detalhe da estrutura de produto. O cálculo de MRP é uma lógica que converte a demanda de produtos finais em planejamento da necessidade de seus materiais. A cada novo processamento do cálculo, as ordens planejadas sugeridas pelo cálculo anterior são eliminadas, a fim de que o novo cálculo atualize o planejamento. Os dados de entrada para o MRP são provenientes do plano deLeia mais

O famoso Nassim Nicholas Taleb, que fez a previsão do colapso financeiro em 2008, nos apresenta conceitos sobre ser antifrágil.   Algumas coisas se beneficiam dos impactos, elas prosperam e crescem quando são expostas à volatilidade, ao acaso, à desordem e aos agentes estressores, e apreciam a aventura, o risco e a incerteza.   A antifragilidade não se resume à resiliência ou à robustez. O resiliente resiste a impactos e permanece o mesmo, o antifrágil fica melhor. Trabalhar este cenário de tomada de decisão em um ambiente de instabilidade e incerteza (antes dele se materializar) torna a organização antifrágil, reduzindo a ilusão da robustez. ALeia mais

Estatísticas comprovam que 72% das empresas não sobrevivem ao segundo ano de existência. Esse número assusta, pois pensar que pode falir a qualquer momento interfere nas escolhas do empreendedor e na ousadia de suas decisões. A coragem para manter o negócio não significa ausência do medo, mas a competência do empreendedor em enfrentar esse medo. Manter uma empresa viva no mercado vai além de oferecer produtos e serviços de valor, a um preço competitivo. Assim como os seres humanos, as empresas demandam de necessidades básicas para sobreviver. Entre essas necessidades estão: a confiança que esta empresa deve ter de que gerará lucro para manter-se vivaLeia mais

Você já se imaginou “fabricando” suas próprias roupas ou objetos em casa ao invés de ir até uma loja comprar? Essa mudança da lógica de consumo deve se concretizar nos próximos anos, conforme projeções da Singularity University, cujo cofundador e membro executivo é Peter Diamandis, autor do livro Organizações Exponenciais. A grande aposta para tornar essa mudança possível é a popularização do uso de impressoras tridimensionais. Esse será o tema do nosso artigo de hoje e dará sequência às publicações da série sobre Forças Tecnológicas. Basta buscar as palavras “impressão 3D” no Google e saltam milhares de páginas relatando utilizações inusitadas com dados de tempoLeia mais

Será que uma máquina consegue aprender a raciocinar e responder perguntas como se fosse você? De acordo com o aplicativo Replika, sim, isso já é possível. O Replika é um aplicativo de chatbot com Inteligência artificial que aprende tudo o que você contar para ele e com o tempo, se transforma em uma “consciência” com quem você pode conversar. Quanto mais você compartilha com ele mais ele aprende e cria personalidade baseada nas informações que você forneceu, imitando o funcionamento do cérebro humano. Ele parte de uma série de perguntas, e de acordo com as suas respostas, usa o princípio de machine learning (máquina queLeia mais

  O nome pode até parecer novidade mas certamente você já tem, conhece alguém que tenha ou deseja ter um wearable. As roupas ou acessórios que já têm embutidas as “tecnologias vestíveis” na sua maioria primam em incentivar uma vida mais saudável e consequentemente, uma maior expectativa de vida das pessoas. Esses dispositivos coletam dados e se conectam a outros aparelhos, principalmente à computadores, smartphones e tablets. Os produtos mais populares são as smartbands (pulseiras) e os smartwaches (relógios) e os principais usos são para monitorar a performance física através de informações coletadas sobre a distância percorrida, velocidade, batimentos cardíacos, pressão arterial e qualidade doLeia mais

Essa história não é sobre um banco tradicional, que movimenta valores financeiros, se é esse tipo de banco que veio em sua mente quando lestes o título desse texto. Esse banco é diferente, pois é um banco onde são depositados materiais de descarte e o resultado do trabalho feito por eles rende novas profissões e a esperança de uma vida melhor para as pessoas que passam por lá. Apresento a realidade do Banco do Vestuário de Caxias do Sul, e se você, assim como eu, não conhece nada sobre esse assunto, te convido a investir alguns minutinhos nessa leitura e garanto que ganharás no mínimoLeia mais