Assim como todos os outros períodos de mudança, é comum termos mais perguntas do que respostas, e visto o momento que vivemos, frequentemente os tabloides questionam a respeito do futuro do trabalho, ou melhor, dos trabalhadores. A HSM Management edição 134 traz um dossiê falando justamente das visões positivas e negativas desse período de transição. Cenários foram traçados, e neles, locais e fluxos de trabalho precisarão ser desenhados para fazerem pessoas e máquinas trabalharem juntas, exigindo das pessoas o desenvolvimento de habilidades que não podem ser simplesmente programadas em uma máquina. Muito se ouve a respeito de pessoas perderem seus empregos para robôs, e paraLeia mais

Na obra Managing Essencial, Henry Mintzberg aborda com propriedade os desafios da gestão, trazendo algumas reflexões importantes.  A primeira delas é que grande parte dos executivos se torna gestor, sem, contudo, estar preparado para isto.  O autor entende que atualmente existem muitos líderes, mas nem tantos gestores.  A gestão pressupõe uma combinação entre conhecimento, ciência, experiência prática, características pessoais e contexto vivenciado. O gerente eficaz é aquele capaz de atingir os resultados desejados pela organização, em um trabalho que nunca termina, pois não há um marco formal deste processo.  Ele utiliza as informações disponíveis para fazer com que as pessoas executem as ações necessárias.  ÉLeia mais

Em nossas organizações, bem como nas escolas, universidades e na vida como um todo, as pessoas foram incentivadas ao individualismo. Inseridas numa cultura de competição, de ganha-perde, de ter que ser o melhor e mostrar resultados conquistados por suas competências pessoais. Especialistas indicam que apesar do valor que o mercado atribui às competências individuais,  o futuro pertence às organizações que incentivam o trabalho em equipe, com pessoas que compartilham os mesmos objetivos. Acenam ainda, para uma mudança de cultura, ou seja, a cultura da cooperação, da interdependência, do engajamento e do ganha-ganha. No trabalho em equipe, o incentivo será para que os profissionais possam unirLeia mais

Acuracidade nada mais é do que ter precisão, exatidão de informações. Ter um estoque acurado significa que a empresa realmente tem fisicamente os mesmos itens que constam no seu sistema de gestão (ERP). Parece algo simples para uma grande empresa, visto o aparato tecnológico que as organizações possuem, mas na verdade, não é algo fácil de ser mantido se consideramos a velocidade do dia a dia. Os dias passam e sem que percebamos a falta de confiança nas informações só aumenta e consequentemente vira um ciclo de “bola de neve”.  O cenário piora com a passagem do tempo. Um fato isolado, que parece inofensivo noLeia mais

O que é RPA? Robotic Process Automation (RPA), conforme definição do Institute for Robotic Process Automation (IRPA), é “a aplicação de tecnologia que permite aos funcionários de uma organização configurar software para capturar e interpretar aplicativos, para processar uma transação, manipulando dados, desencadeando respostas e se comunicando com outros sistemas digitais”. Desta forma, podemos entender de maneira prática, que o (RPA) é um dispositivo (ferramenta) que permite a automação de processos repetitivos (rotineiros). Esta tecnologia permite que, mesmo empresas com sistemas mais antigos, automatizem seus fluxos de trabalho. O RPA pode ser, ainda, amplamente entendido como toda automatização realizada através de software para reduzir asLeia mais

Você já ouviu algo sobre Indústria 4.0? Ao longo dos tempos as empresas de consultorias e instituições acadêmicas desenvolveram tecnologias e siglas que permearam o mundo dos negócios e as cabeças dos “gurus”, através de livros, seminários e projetos infinitos que prometiam levar as empresas, independente do estágio de evolução que estivessem, para um novo patamar e paradigma. Este conceito surgiu na Alemanha, originado de um projeto estratégico de alta tecnologia do governo, que promovia a informatização da manufatura. A primeira revolução industrial mobilizou a mecanização da produção usando água e energia a vapor. A segunda revolução industrial introduziu a produção em massa com aLeia mais

Há mais de meio século o Planejamento da Necessidade de Material (MRP) surgiu mediante a necessidade de se planejar o atendimento da demanda dependente. A partir da necessidade, permite a explosão de todos os componentes até o último nível de detalhe da estrutura de produto. O cálculo de MRP é uma lógica que converte a demanda de produtos finais em planejamento da necessidade de seus materiais. A cada novo processamento do cálculo, as ordens planejadas sugeridas pelo cálculo anterior são eliminadas, a fim de que o novo cálculo atualize o planejamento. Os dados de entrada para o MRP são provenientes do plano de produção deLeia mais

O famoso Nassim Nicholas Taleb, que fez a previsão do colapso financeiro em 2008, nos apresenta conceitos sobre ser antifrágil. Algumas coisas se beneficiam dos impactos, elas prosperam e crescem quando são expostas à volatilidade, ao acaso, à desordem e aos agentes estressores, e apreciam a aventura, o risco e a incerteza. A antifragilidade não se resume à resiliência ou à robustez. O resiliente resiste a impactos e permanece o mesmo, o antifrágil fica melhor. Trabalhar este cenário de tomada de decisão em um ambiente de instabilidade e incerteza (antes dele se materializar) torna a organização antifrágil, reduzindo a ilusão da robustez. A resposta paraLeia mais